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sábado, 7 de novembro de 2009

O efeito-estufa é uma oportunidade

De olho no mercado de créditos de carbono, a SAP começa a difundir dois novos softwares cuja finalidade é – adivinhe – mensurar e gerenciar políticas de sustentabilidade ambiental

Para muitas empresas, calcular o volume de carbono liberado na atmosfera é um desafio complexo. Para a SAP, porém, é uma oportunidade de negócio. A fabricante alemã de softwares de gestão acaba de lançar duas soluções especialmente desenhadas para as companhias que querem adotar políticas confiáveis de mitigação dos gases causadores do efeito estufa - e de várias outras ameaças ao meio ambiente e à saúde humana.
Uma delas é o aplicativo Environment, Health, and Safety Management, que ajuda a gerenciar e identificar riscos relacionados à saúde, segurança e meio ambiente dentro das empresas. A ferramenta permite identificar, por exemplo, quais os setores que mais consomem água ou energia dentro de uma organização. Já o SAP Carbon Impact foi desenvolvido com o propósito de auxiliar na organização de inventários sobre emissões de carbono. O sistema identifica, ainda, oportunidades de se eliminar riscos ambientais.
Atualmente, cerca de 1.500 empresas no mundo adotam as soluções de sustentabilidade ambiental da SAP. Os programas, no entanto, ainda deverão passar por upgrades. "Estas organizações estão usando o sistema e nos ajudando a desenvolvê-lo da melhor forma possível", garante Daniel Schmid, chefe de operações de sustentabilidade da multinacional alemã.
Os dois lançamentos fazem parte de uma jogada estratégica da SAP. Em março deste ano, a companhia anunciou uma reorganização com o propósito de se alinhar a práticas sustentáveis. Um dos planos é reduzir pela metade a sua emissão anual de carbono - estimada em 500 mil toneladas anuais - até 2020. "Não se trata apenas de uma questão ambiental. É também uma questão de negócios. A sustentabilidade pode afetar, e muito, as finanças de uma empresa", aponta Bertram Wiest, diretor de soluções para sustentabilidade da SAP. Wiest entende que, na América Latina, especialmente no Brasil, a busca por soluções que ajudem a negociar créditos de carbono tende a crescer vertiginosamente nos próximos anos.

amanha.com.br


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