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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Macaco leva choque, ganha atenção de médico voluntário e volta para mata

Macaco foi encontrado caído na rua com muitos ferimentos,
no início do mês (Foto: Divulgação/PMA)
Os macacos-pregos vivem em grupinhos, encantam moradores e já aprenderam a viver perto das cidades sul-mato-grossenses, mas acidentes acontecem, às vezes. No início deste mês, um deles levou choque na fiação elétrica e teve que ficar nove dias longe de “casa”. O caso ocorreu em Mundo Novo, a 476 quilômetros de Campo Grande.


O macaco foi encontrado caído na rua com muitos ferimentos pelo corpo, perto do Centro da cidade, no dia 1º deste mês. Ele foi socorrido por equipe da PMA (Polícia Militar Ambiental), logo após o acidente.

Geralmente, os animais doentes ou acidentados são levados para o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) em Campo Grande, mas o macaquinho chamou a atenção de um médico veterinário da cidade, que resolveu ajudar e "adotou" o bicho temporariamente.

De maneira voluntária, o médico fez o tratamento e manteve o bicho na clínica até ontem (9), quando o macaco finalmente recebeu alta e voltou para mata. Ele foi devolvido pelos policiais ambientais na mesma reserva florestal onde vivia.

Intensificado nos últimos 40 anos, o desmatamento para construção de prédios é a grande ameaça a vida dos macacos, mas duas espécies de macacos-pregos, a Sapajus cay e a Sapajus libidinosus, que vivem no Pantanal não correm risco de extinção, segundo a IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Além dos macacos-pregos, bugios e saguis também são encontrados em MS, até mesmo em bairros da Capital, em especial no Jardim Ametista e no Maria Aparecida Pedrossian, onde fica a APA (Área de Preservação Ambiental) do Lageado, um dos reservatórios responsáveis pelo abastecimento de água de Campo Grande. Por lá, os bichos são acostumados com as pessoas e até entram nas casas em busca de comida.

Campo Grande News

Cassems 15 Anos: No mês de aniversário da Caixa dos Servidores, os beneficiários ganham mudas de ipês

Parece que foi ontem, mas lá se foram 15 anos desde que, em março de 2001, os servidores estaduais de Mato Grosso do Sul se uniram para criar o maior plano de saúde do Estado. Hoje, a Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) é referência para todo o país quando se fala em autogestão na Saúde e, para comemorar esta tão importante, os beneficiários que vieram até a sede da Caixa dos Servidores nesta semana ganharam uma muda de ipê, simbolizando os anos de existência e os próximos que virão.

A beneficiária Vani Bastos veio de Três Lagoas para realizar exames e se surpreendeu ao receber a muda de ipê. “Sou de Três Lagoas e vim para fazer alguns exames e acabei ganhando essa muda de ipê. Eu disse para a menina que me atendeu aqui na recepção que, agora, aos 15 anos, a Cassems é uma menina flor. Eu sou beneficiária desde o início e vi o tanto que ela cresceu, melhorou e vai melhorar ainda mais. Em Três Lagoas o Hospital Cassems é muito grande e melhorou muito a nossa vida”, conta Vani.

Para o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, a muda de ipê simboliza todas as conquistas da Caixa dos Serevidores durante esses 15 anos e um futuro de mais crescimento.

“A Cassems foi criada por pessoas que lutaram incansavelmente por um sonho que é ter saúde de qualidade. Graças ao esforço individual e coletivo, a Caixa dos Servidores cresceu, se modernizou e, há 15 anos, transforma a saúde de Mato Grosso do Sul. Para o futuro, queremos continuar crescendo com o compromisso de garantir aos servidores públicos do Estado a melhor assistência à saúde, unindo tecnologia, excelência e humanização, sempre valorizando o apoio e a confiança em nós depositada. Resolvemos entregar mudas de ipê aos nossos beneficiários porque o nosso desejo é que daqui a alguns anos ela esteja forte e frondosa assim como o nosso plano de saúde”, explica Ayache.

Texto e foto: Assessoria Cassems

domingo, 10 de abril de 2016

Ricardo Ayache é eleito presidente da Cassems com 97,9% dos votos

Ricardo Ayache, que encabeça a Chapa 01 – Cassems Cada Vez Melhor, foi eleito como presidente da Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems), com 97,9% dos 12.806 votos válidos.

O resultado oficial do processo eleitoral foi divulgado na manhã desta terça-feira (08), pela Comissão Eleitoral, já que a contabilização dos votos é manual e as urnas precisaram ser transportadas para Campo Grande.

Para a Cassems, o resultado é a ratificação do trabalho sério, transparente e democrático. Os números da eleição estão dentro das expectativas e contribuem para o fortalecimento dos projetos da Caixa dos Servidores.

“Estou muito satisfeito com o resultado da eleição e quero agradecer os servidores, que atenderam ao nosso chamado e foram até as sedes da nossa Cassems no dia 04 de março”, destacou Ayache. Foram eleitos ainda 25 conselheiros do plano de saúde para os próximos três anos.

O maior desafio para a próxima gestão, na opinião de Ayache, é o crescimento exponencial dos custos assistenciais e a má distribuição dos médicos. Dentre os principais projetos estão a entrega do Hospital Cassems de Campo Grande, o início da obra do Hopistal Cassems de Corumbá, a ampliação dos programas de prevenção e a criação de uma Universidade Corporativa.

Conselho de Administração
Presidente – Ricardo Ayache
1º Vice-Presidente – Ademir Cerri
2º Vice Presidente – Alexandre Junior Costa

Membros Titulares
Alexandre Barbosa da Silva
Lilian Olivia Aparecida Fernandes
Robelsi Pereira
Roberto Magno Botareli Cesar
Edmar Soares da Silva
Priscila Lemos Wormsbecher
Lauro Sérgio Davi

Membros Suplentes
Giancarlo Corrêa Miranda
Thiago Monaco Marques
Darlene Pereira Mendes
Elcio Oliveira Bastos
José Remijo Perecin

Conselho Fiscal

Membros Titulares
Lucílio Souza Nobre
Cláudio Mario Salvador Menezes de Souza
Geraldo Celestino de Carvalho
Fabiano Reis de Oliveira
Wilson Xavier Paiva
Angelo Montanher Neto

Membros Suplentes
Andre Luiz Garcia Santiago
Wilds Ovando Pereira
Diego Fernando de Arruda Soares
Ricardo Alexandre Correa Bueno

Fonte: Assessoria | Foto: Ernesto Franco

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A casa de garrafa PET

Uma construção muito interessante feita com garrafas PET, garrafas de vidro e areia. Claro, cimento e água também. O que impressiona muito é o acabamento, muito bem feito e a quantidade de garrafas que deixaram de poluir o meio, com certeza esta obra não custa muito, pelo menos é o que apresenta. No e-mail que recebi, não fica claro o lugar, a cidade. Se alguém conhece o trabalho, sabe a origem das fotos, peço que deixe aqui um comentário. Veja abaixo as fotos:












sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Ministra quer vender estoque de grãos e ter mais recursos para seguro

Kátia Abreu quer que seguro agrícola tenha R$ 1 bilhão neste ano.Ministra diz ter 'garantia' que LCA não será taxada com Imposto de Renda.

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, declarou nesta sexta-feira (8), após reunião com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, que atualmente há R$ 741 milhões reservados para o seguro agrícola em 2016, mas acrescentou que é preciso usar a "criatividade" para aumentar este valor para R$ 1 bilhão neste ano.

"Temos de priorizar o seguro agrícola. Dos 60 milhões de hectares que plantamos, avaliamos que metade disso tem risco climático. Não significa [que haverá problema clímático] em 100% nos 30 milhões de hectares. Mas poderá acontecer metade, 10% ou 80%. Nossa preocupação é cobrir esses 30 milhões. Com R$ 1 bilhão, nos conseguimos cobrir 20 milhões de hectares. Quase 100% da área cíitica do país. Um agrande avanço, um salto", declarou ela.

Segundo avaliação da ministra, é muito mais barato ter mais recursos para o seguro agrícola do que, na eventualidade de algum problema climático, depois ter de alongar endividamento dos produtores rurais. "O custo disso é muito elevado. Todos foram a favor. A presidente, o ministro da Fazenda e do Planejamento", declarou Kátia Abreu.

Venda do estoque de grãos
De acordo com ela, uma das formas de obter mais recursos para o seguro agrícola é vender o estoque de grãos do país. "Temos um estoque que pode variar em torno de R$ 800 milhões. O que custa para manter o financeiro dessa carga são R$ 260 milhões por ano. O Brasil não tem necessidade de grandes estoques, porque não é a Índia, a China ou a Arábia Saudita. Estamos tranquilos quanto ao abastecimento da população (...) Com um financeiro desse, R$ 260 [milhões] a R$ 280 [milhões por ano] que custa para manter esse estoque. Isso pode ser transferido para o complemento do seguro agrícola e chegar a R$ 1 bilhão", afirmou ela.

Ela reiterou que o Ministério da Agricultura vai adotar um "limite muito curto" para o estoque de grãos no país. "Vamos comprar sempre que preciso, porque a politica agrícola exige que a gente faça isso, mas porque ficar guardando tanto tempo? Temos café com mais de 10 anos estocado. Vamos [vender] no momento certo para não atrapalhar a safra em andamento", explicou a ministra da Agricultura a jornalistas.

LCA não será taxada
A ministra da Agricultura disse ainda que há uma "garantia" de que as LCAs continuarão isentas do Imposto de Renda para aplicações de pessoas físicas. "A LCA não está taxada e não será taxada. É o que eu tenho de garantia hoje", declarou. Ela lembrou que, em 2015, houve uma mudança de regras para que as aplicações tenham de ser mantida por, pelo menos, 90 dias.

As Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) são títulos de renda fixa, emitidos pelas instituições financeiras, com objetivo de financiar o agronegócio.

G1

Itaipu produz mais energia elétrica que a chinesa Três Gargantas e reassume liderança mundial

A Itaipu encerrou 2015 com uma produção de 1.420.011 MWh, 1,6% a mais do que em 2014



A Itaipu Binacional produziu mais que a usina de Três Gargantas, na China, em 2015, e voltou a assumir a liderança mundial em produção anual de energia elétrica. 





A hidrelétrica, que pertence ao Brasil e ao Paraguai, também detém outra marca histórica: é a maior produtora de energia limpa e renovável do planeta, com mais de 2,312 bilhões de megawats-hora (MWh) acumulados desde sua entrada em operação, em maio de 1984, há exatamente 31 anos e oito meses.

Mesmo com uma capacidade instalada de 14.000 MW, menor do que a chinesa, com 22.400 MW, a Itaipu produziu 2,5% a mais que Três Gargantas no ano passado. Foram 89.2 milhões de MWh contra 87 milhões de MWh. Os dados de geração da hidrelétrica chinesa só foram divulgados nesta quinta-feira, 7 de janeiro.

Desde que entrou em operação, a Itaipu Binacional perdeu a posição de líder mundial de produção anual de eletricidade apenas em 2014, quando o Brasil enfrentou a maior crise hídrica da histórica. Em 2015, a produção ficou abaixo da média dos últimos anos, mas foi considerada excelente levando em conta o cenário de seca enfrentado por grande parte do País, pelo segundo ano consecutivo, principalmente no primeiro semestre.

A Itaipu encerrou 2015 com uma produção de 1.420.011 MWh, 1,6% a mais do que em 2014, quando gerou 87.795.393 MWh. A projeção para 2016 também é positiva. A expectativa é que a binacional volte a produzir acima dos 90 milhões de MWh, o que não ocorreu nos últimos dois anos. A energia produzida pela Itaipu em 2015 (89.215.404 milhões de MWh) seria suficiente para suprir o consumo de todo o Nordeste do Brasil por um ano e um mês; a região Sudeste, por quatro meses; e o Sul por um ano. Atenderia também toda a demanda de uma cidade como São Paulo por três anos; Curitiba por 18 anos; e Foz do Iguaçu por 155 anos e oito meses.

Jornal do Brasil

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