Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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terça-feira, 10 de março de 2015

Dinapec vai apresentar em MS tecnologias para a agropecuária

Evento será promovido a partir desta quarta-feira (11), em Campo Grande.Feira da Embrapa reúne unidades de norte a sul do país.

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Área da Dinapec, na sede da Embrapa Agropecuária Oeste, em Campo Grande (MS) (Foto: Divulgação Embrapa Gado de Corte/Kadijah Suleiman)Área da Dinapec, na sede da Embrapa Agropecuária Oeste, em Campo Grande (MS)
(Foto: Divulgação Embrapa Gado de Corte/Kadijah Suleiman)



Começa nesta quarta-feira (11), a 10ª edição da Dinâmica Agropecuária (Dinapec), na vitrine tecnológica da Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande. O evento, que vai até sexta-feira (13), reúne 14 unidades da Embrapa, além dos parceiros como: Senar/MS, Fundação MS, Programa Geneplus-Embrapa, Unipasto, Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer) e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

No espaço do Senar/MS serão abordados os principais programas de atuação junto ao produtor rural, além da demonstração de uma ferramenta de Boas Práticas Agropecuárias e realização de duas oficinas abertas ao público da Dinapec: "Combate a incêndios florestais" e "Gestão de resíduos na propriedade rural".

Reforma pastagens
Uma unidade de reforma de pastagens em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) foi implantada pela Fundação MS na área da Dinapec. No local serão apresentados casos de sucesso do sistema em Mato Grosso do Sul, como em áreas localizadas em Figueirão, Bela Vista e Santa Rita do Pardo, atendidas pelo programa Mais Inovação, do Senar/MS, que contam com suporte técnico da Fundação MS.

Leite
Cerca de 300 produtores visitarão a Dinapec para conhecer tecnologias sustentáveis da cadeia produtiva do leite, voltadas para a agricultura familiar, resultantes de um trabalho conjunto da Agraer e Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados), no circuito Produção Sustentável de Leite. Os produtores, assistidos pela assistência técnica da Agraer, são atendidos pela Chamada Pública do Leite em uma parceria com o MDA.

Melhoramento animal
O Programa Geneplus-Embrapa vai apresentar a história do melhoramento animal da Embrapa e as principais tecnologias geradas, com ênfase no Programa. Serão mostrados os resultados da aplicação da técnica de melhoramento nos rebanhos da Embrapa e de criadores parceiros. Estarão no local exemplares de animais da raça nelore da Embrapa e de várias fazendas.

G1 MS

segunda-feira, 9 de março de 2015

PMA apreende caminhão carregado com cigarros e remédios contrabandeados

(Foto: Bruno Chaves/SEJUSP MS)
Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental (PMA) apreendeu, na sexta-feira (6), um caminhão carregado com cigarros e remédios contrabandeados. O veículo Mercedes Benz, com placas e Jaú (SP), estava na rodovia que liga as cidades de Jardim e Maracaju.

A ação foi comandada por Policiais Militares Ambientais de Jardim, que realizavam patrulhamento ambiental ontem (6) à tarde na rodovia que liga Jardim a Maracaju (MS). Ao realizarem a abordagem, eles verificaram que o veículo estava carregado com 280 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai.

Em vistoria à cabine do caminhão também foram encontradas 32 cartelas de comprimidos Pramil, também contrabandeadas do país vizinho. O veículo e a mercadoria foram apreendidos.

A PMA deu voz de prisão ao motorista, residente em Jaú (SP), e o conduziu, juntamente ao material apreendido, à Polícia Federal de Dourados, onde ele foi autuado em flagrante por contrabando e tráfico de drogas.

(Major Queiroz - Assessoria de Comunicação PMA).

SEJUSP MS

Programa de preservação de mananciais terá mais de R$ 8 milhões em investimentos

O Programa Manancial Vivo (PMV), desenvolvido pela prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), deverá receber investimentos de mais de R$ 8 milhões que serão aplicados em obras para preservação ambiental. O PMV incentiva, há cinco anos, práticas conservacionistas junto a proprietários rurais estabelecidos nas bacias hidrográficas do Guariroba, importante manancial de abastecimento público de Campo Grande.

O programa segue as diretrizes e conceitos do Programa Produtor de Água, desenvolvido pela Agência Nacional de Águas (ANA). É um programa voluntário de restauração do potencial hídrico e do controle da poluição difusa no meio rural. Prevê pagamentos aos produtores rurais que, por meio de práticas e manejos conservacionistas e de melhoria da distribuição da cobertura florestal na paisagem, contribuam para o aumento da infiltração de água e para o abatimento efetivo da erosão, sedimentação e incremento de biodiversidade.

Proprietários rurais que adotarem tais práticas nas bacias atendidas pelo PMV também poderão receber incentivos (pagamentos) se mantiverem seu comprometimento com essas práticas. A APA do Guariroba, para operacionalização do PMV, foi dividida em cinco sub-bacias: Guariroba, Saltinho, Tocos, Rondinha e Reservatório. Cada uma corresponde a uma fase do programa.

Na Fase I (sub-bacia do Guariroba) sete propriedades rurais se inscreveram e foram contratadas para PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), dos quais cinco permanecem inscritos. Na Fase II (sub-bacia do Saltinho) foram 14 proprietários inscritos. Ainda serão realizadas as inscrições para as outras três fases/sub-bacias.

Na Fase I, foram executadas obras de terraceamento, cercamento de APP (Área de Proteção Permanente) e recuperação de 70 hectares de APP, que correspondem às obrigações do PMV, bem como os trabalhos de avaliação da situação de cada propriedade inscrita, a fim de que fossem calculados os valores de PSA destinados a cada uma. Todas já receberam as parcelas referentes aos PSA dos anos de 2013 e 2014.

Na Fase II, já foram elaborados para as propriedades inscritas, todos os trabalhos de levantamento das informações de campo, estando os Termos de Referência para contratação dos PSA elaborados e com assinatura prevista para o mês de março. A partir de abril, estão previstos lançamentos de licitações para a contratação das empresas que executarão as obras de responsabilidade da prefeitura.

Nas fases I e II estão previstos investimentos de dois milhões e duzentos mil reais, entre ações de conservação de solo, cercamento e restauração de mata ciliar, adequação e conservação de estradas, conservação de fragmentos florestais e recursos previstos para o Pagamento de Serviços Ambientais – PSA na ordem de R$ 8,2 milhões.

Outros recursos foram mobilizados por meio de parcerias com o Programa Água Brasil: o projeto REHIDRO da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) que soma R$ 1,7 milhão; recursos de compensação na ordem de R$ 898 mil reais e R$ 700 mil reais provenientes de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), realizado pela 26ª Promotoria de Justiça de Meio Ambiente em 2010, para pagamento de PSA.

Os recursos para investimentos no programa são provenientes de contrato de repasse com a Agência Nacional de Água (ANA), do Programa Água Brasil e de compensações ambientais destinadas a este fim. Já os recursos para o PSA são provenientes do Fundo Municipal do Meio Ambiente (FMMA), de agentes financiadores nacionais e internacionais, de transferências ou doações de pessoas físicas e jurídicas, além das empresas concessionárias de serviços públicos, empreendimentos, que explorem atividades econômicas, instalados na área de intervenção do programa e de recursos destinados a este fim por meio de lei, contrato, convênio e compensações e multas ambientais ou urbanísticas, conforme previsto no Art. 9o da Lei 5.025/2011

Campo Grande News

PMA autua em R$ 3 mil três pescadores que pescavam sem licença no rio Paraná

Também foram apreendidas três carretilhas com varas

Policiais Militares Ambientais (PMA) de Aparecida do Taboado realizavam fiscalização no rio Paraná e autuaram ontem (8) três pescadores, por pescar sem licença. Os infratores, de 26, 35 e 38 anos, profissionais ceramistas, residentes em Selvíria, pescavam a cerca de 1500 da barragem da usina de Ilha Solteira, no lado sul-mato-grossense e ainda não tinham capturado nenhum peixe. Foram apreendidas três carretilhas com varas. Os autuados foram multados em R$ 1.000,00 cada um. A pesca sem licença não é crime ambiental. Trata-se apenas de infração administrativa. Pagando a multa, o infrator poderá ter o material apreendido restituído. Com informações da PMA

Diário Digital

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

No Dia Mundial do Pantanal, alerta é para a preservação da fauna e flora

Apenas 11% da Bacia do Alto Paraguai no Brasil estão sob o amparo da lei (Foto: Divulgação/Bento Viana)

O Dia Mundial das Áreas Úmidas é comemorado nesta segunda-feira (2), mas para a maior planície inundável do mundo, o Pantanal, a data serve mais como alerta do que para comemoração. Com 148 mil km² de extensão e uma biodiversidade ainda não completamente mapeada, o bioma foi decretado patrimônio nacional, pela Constituição Federal de 1988, e patrimônio da humanidade e reserva da biosfera, pelas Nações Unidas, em 2000.

Tanto reconhecimento não tem sido suficiente para evitar ameaças que colocam o destino do Pantanal e das demais regiões úmidas do mundo em risco. De 1900 para cá, cerca de 64% dessas áreas já despareceram, segundo pesquisadores que integram a Convenção de Ramsar, um tratado que estabelece ações e cooperação entre mais de 150 países para uso racional desses recursos, criado na cidade iraniana de mesmo nome, em 1971.

Na lista das mais de mil espécies da fauna brasileira que correm risco de extinção, divulgada pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente), três animais são do Pantanal sul-mato-grossense. São eles, a arara-azul, o tamanduá-bandeira e a onça-pintada. Mas esses, não são os únicos que parecem se sentir ameaçados. Em setembro de 2014, uma onça parda buscou abrigo na obra de um residencial na Capital, Campo Grande, que fica a mais de 100 quilômetros do portal do Pantanal. O atrativo agrada os olhos, mas perturba a consciência da população, lembrando que a situação é lamentável. 

Vilões - Consequências do manejo inadequado para agropecuária, crescimento urbano e obras como rodovias, hidrovias e hidrelétricas são os monstros que podem minguar o Pantanal ano após ano, de acordo com estudo feito por 30 pesquisadores do Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina, realizado pelo WWF-Brasil, TNC e Centro de Pesquisas do Pantanal, com apoio de HSBC e Caterpillar.

Base da economia sul-mato-grossense, a agropecuária é risco para o bioma, pois causa desmatamento, erosões e sedimentação em fazendas que não obedecem as leis ambientais. Esses casos vão parar na justiça, que determina TACs (Termos de Ajustamento de Conduta), por diversas vezes, descumpridos pelos produtores que priorizam a lucratividade e a atenção a demandas nacionais e externas, sem pensar no amanhã. Para complicar a situação, o crescimento populacional, além de obras de infraestrutura, podem alterar o regime hídrico do Pantanal.

De acordo com a WWF-Brasil, dos 370 mil quilômetros quadrados da Bacia do Alto Paraguai no Brasil, que inclui todo o Pantanal e parte do Cerrado, cerca de 2 mil Km² foram desmatados desde 2010. Restam ainda 85,7% da vegetação original na planície pantaneira e apenas 40% do planalto, áreas altas da bacia onde encontra-se o Cerrado.

Riscos - Cadeias essenciais ao desenvolvimento econômico do país, na visão do setor produtivo, ocupam cada vez mais novos espaços. A pecuária é predominante, mas vem perdendo espaço para a agricultura, que cresce sobre antigas áreas de pastagem. As terras plantadas com eucalipto aumentaram em 22%, segundo o estudo, inclusive sobre áreas antes ocupadas por agricultura e pastagens. Algumas culturas, como a soja, têm aumento de área todos os anos, embora produtores busquem aumentar a produtividade sem ter que expandir a lavoura.

O coordenador do programa Cerrado-Pantanal, do WWF-Brasil, Júlio César Sampaio, lembra ainda os estudos prévios para licenciamento de hidrelétricas no Estado. Esses projetos só não avançam rapidamente em Mato Grosso do Sul graças a intervenções do MPF (Ministério Público Federal), que se atenta para preservação tanto ambiental como de povos tradicionais.

Segundo o pesquisador, apenas 11% da bacia estão sob o amparo da lei, por isso implementar a adoção de boas práticas de produção, como ações para a conservação de água e solo, o manejo e recuperação de pastagens e a remuneração pelos serviços ambientais, devem ser prioridades dos governos. "Nós apoiamos a certificação de 120 mil hectares com pecuária orgânica no Mato Grosso do Sul, produzida com critérios de responsabilidade socioambiental e remunerando a produção sustentável no Pantanal. É preciso dar escala a essas experiências", comenta.

Campo Grande News

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Reflexo do milho, Bandeirantes teve maior crescimento do PIB em MS

foto: iTribuna
Reflexo do cultivo do milho, Bandeirantes, a 70 quilômetros de Campo Grande, foi o município do Estado que teve maior crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) no comparativo entre 2011 e 2012. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o crescimento foi de 32,4%. 
Passando de R$ 111.833.000,00 para R$ 148.125.000,00. Portanto, acréscimo de R$ 36.292.000,00.

De acordo com o economista Eliandres Saldanha, a economia do município de 51 anos reflete o impacto da produção do milho. “Houve aumento expressivo da produção do milho de 2011 para 2012. É um município pequeno, afeta bastante o PIB”, afirma. Segundo ele, neste período, a produção no Estado saltou de três milhões para seis milhões de toneladas.

A produção de milho em Bandeirantes foi de 26.400 toneladas em 2011. Em 2012, o total chegou a 60.456 toneladas.

Já Antônio João, município fronteiriço a 249 quilômetros de Campo Grande, seguiu na direção contrária, com redução de 8,8% na produção de riquezas. O PIB em 2011 foi de R$ 219.798.000,00, contra R$ 200.393.000,00 no ano de 2012.

O melhor e o pior - A produção agrícola também predomina na cidade com maior PIB per capita do Estado. A liderança é de Chapadão do Sul: R$ 43.627,59. A lista das cidades com maiores PIB por pessoa é completada por São Gabriel do Oeste, Costa Rica, Corumbá e Maracaju.

Na fronteira com o Paraguai está o município com o menor PIB per capita. Japorã, a 487 quilômetros de Campo Grande, teve resultado de R$ 7.052,82. O município também tem o penúltimo menor PIB a preço de mercado corrente do Estado: R$ 56.226.000,00.

Concentração – Cinco municípios concentraram mais da metade do PIB em Mato Grosso do Sul. Conforme o IBGE, a soma das riquezas totalizou R$ 54,7 bilhões em 2012 no Estado. Sendo mais de R$ 30 bilhões concentrados em Campo Grande (R$ 16,9 bilhões), Dourados (R$ 4,9 bilhões), Corumbá (R$ 3,7 bilhões), Três Lagoas (R$ 3,3 bilhões) e Ponta Porã (R$ 1,3 bilhão). O menor rendimento foi em Figueirão, com PIB de R$ 56 milhões.

Conforme o economista, as maiores cidades são polos de produção, portanto atraem serviços e comércio, concentrando a produção de riquezas.

Campo Grande News

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