Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Agricultores já colheram 20% da safra em todo estado

Nas propriedades da região norte a colheita encontra-se em fase mais adiantada

Chapadão do Sul é o município com maior percentual de área destinada à cultura colhida,
chegando aos 50% (Foto: Divulgação)

Aproximadamente 24,5% do milho safrinha cultivado na região Norte e 15,1% da região Sul já foi colhido conforme informações da Aprosoja/MS - Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul que viajam pelo Estado para o acompanhamento da safra. Em todo o estado já foram colheram 1,4 milhão de toneladas de milho, o que corresponde a 20% do total previsto para a safrinha 2013/14.

Na região Norte do Estado, de acordo com o Siga, Chapadão do Sul é o município com maior percentual de área destinada à cultura colhida, chegando aos 50%. Em Sonora, também na região Norte, a produtividade média registrada fica entre 100 a 117 sacas por hectare. Enquanto que em São Gabriel do Oeste, onde os agricultores já colheram 25% da área, a produtividade fica entre 120 a 139 sacas por hectare, com umidade do grão em torno de 19%, percentual que não é considerada ideal, mas já permite colheita. Costa Rica e Coxim já colheram 45% e 35% da área dedicada ao milho safrinha, respectivamente.

Ao Sul do Estado, devido ao atraso no plantio do milho, os técnicos constataram que muitas propriedades não iniciaram a colheita, tendo como previsão o início do mês de agosto. A produtividade naquela região é inferior ao Norte, variando de 80 a 100 sacas por hectare. Na evolução da colheita por município, as informações da Aprosoja/MS apontam que Rio Brilhante já retirou do campo 25% do milho cultivado, Caarapó 22%, Amambaí 20%, Dourados 15% e Maracaju 12%.

Diário Digital

sábado, 21 de junho de 2014

Senar oferece curso de inseminação artificial em Amambai

Começa na segunda-feira (23), o curso de inseminação artificial, em Amambai, a 360 quilômetros de Campo Grande. O curso, que se estende até a sexta-feira (27), é oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) em parceria com o Sindicato Rural de Amambai.

Para participar é preciso ter idade mínima de 18 anos, ter concluído o 5º ano do ensino fundamental, trabalhar na atividade, além de possui condições físicas e mentais para o exercício da ocupação. A carga horária é de 40 horas.

Os participantes aprenderão as noções básicas de inseminação artificial, como a organização e planejamento da propriedade para a implantação da inseminação artificial, além de aspectos de anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino e masculino, identificação do cio.

Também serão abordados o horário da inseminação artificial, considerações gerais sobre o sêmen, prática de introdução de pipetas, manejo de Botijão, procedimento seqüencial da inseminação artificial e medidas de segurança no trabalho, meio ambiente, novas exigências profissionais e cidadania.

Outras informações pelo site www.senarms.org.br/senar-ms/cursos.

Campo Grande News

Governo publica portaria que valida plano para conservar onça-pintada

ICMBio vai implementar ações até 2017 para conter redução da população. Em quase 30 anos, houve um declínio de 30% na população de onças.

Objetivo do plano é conservar a população desta espécie em todo o Brasil (Foto: André Natale)


O governo federal publicou nesta sexta-feira (20) no Diário Oficial da União portaria que valida o Plano de Ação Nacional para conservação das onças-pintadas, com o objetivo de implementar iniciativas para proteger a espécie, ameaçada de extinção.

O foco principal do plano é conseguir, até junho de 2017, reduzir a perda e fragmentação dos habitats desses felinos, além de diminuir o número de mortes causadas pela caça esportiva, preventiva ou mesmo para segurança pessoal. Além disso, vai disseminar informações necessárias para conservação da espécie.

Criado em 2009, deve ser implementado ainda este ano pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que designou o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (CENAP) como responsável pela implantação.

“A publicação da portaria valida o trabalho desenvolvido em parceria com a sociedade e estabelece as diretrizes de governo para a conservação da espécie”, explica Ronaldo Morato, coordenador do Cenap.

Censo das onças
No fim do ano passado, pesquisadores brasileiros avaliaram pela primeira vez a situação das onças-pintadas em cada bioma do país e constataram que este mamífero está criticamente em perigo na Mata Atlântica e na Caatinga, além de apontar uma redução de 10% na população desses felinos na Amazônia nos últimos 27 anos.

Com uma população total estimada de 55 mil espécimes, os cientistas creem que em quase três décadas houve um declínio de 30% na população efetiva, ou seja, uma queda no número de onças-pintadas capazes de se reproduzir e deixar descendentes férteis.

A fragmentação de florestas devido à urbanização, desmatamento para expansão agrícola e venda de madeira, além da caça predatória e retaliação por morte de animais domésticos ou gado estão entre os principais motivos para a redução de espécimes nos últimos anos.

O estudo atualiza informações sobre as onças-pintadas para a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), que elabora a “Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas”, que já contém 65.518 diferentes nomes de bichos e plantas que podem desaparecer nos próximos anos.

Habitat fragmentado
Na Mata Atlântica, nos últimos 15 anos houve perda de 80% da população efetiva. Entre as causas para esta redução está o desenvolvimento dos centros urbanos, que fragmenta áreas verdes necessárias para a sobrevivência das onças e eleva o risco de desaparecimento na região costeira do Brasil. Além disso, há ainda o desmatamento ilegal.

Na Caatinga, outro bioma crítico para as onças, a eliminação de indivíduos por caça e retaliação por predação de animais domésticos e gado é uma “grande ameaça”, conforme o estudo, e causa uma redução drástica de animais na região. A pesquisa sugere a existência de 250 onças-pintadas com capacidade de reprodução nesta região.

No Cerrado, onde a situação da onça-pintada está na categoria “em perigo”, há estimativa de que existam 250 espécimes que conseguem se reproduzir e gerar descendentes. De acordo com o estudo, as onças existentes estão espalhadas pelo bioma e já está comprovado um declínio populacional em consequência de atividades humanas. No Pantanal, a classificação está no patamar "vulnerável" e a população de onças é estimada em mil indivíduos.

G1

Alternativa para hortaliças, produção de conserva vira tema de curso do Senar

Curso será oferecido entre os dias 24 e 26 de junho
(Foto: Divulgação/Assessoria)
Produtores rurais de Dourados, a 233 quilômetros de Campo Grande, terão a oportunidade de se qualificarem em mais um curso do Senar/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Estado): o de produção de conservas, que serve como alternativa para aproveitar o excedente de frutas e hortaliças e contribui para a melhoria da qualidade da alimentação familiar, além de gerar renda.

O
curso em “Produção Caseira de Conservas de Frutas e Hortaliças” será realizado entre os dias 24 a 26 de junho na Semas (Secretaria Municipal de Assistência Social do município).

Instrutora do Senar/MS, Isaura Duarte Rodrigues, contou que a produção de conservas é resumida como colocar horta e pomar dentro de vidros. “Usamos essa expressão para evidenciar a qualidade e o sabor que as conservas têm”, explicou.

O
curso deverá qualificar 12 produtores familiares habilitando-os na produção de doces de frutas, em pasta ou em calda, além de ketchup e saladas, todos em conserva.

A durabilidade da conserva ainda valoriza o produto e permite o aproveitamento de frutas como banana, laranja, mamão e maracujá e de hortaliças como cebola e picles.

“Além de aproveitar esses produtos, que podem durar até 18 meses, a fabricação agrega valor. Uma conserva de 360 gramas de doce de mamão, por exemplo, pode ser vendida por R$ 14 em média no Estado”, contou.

Mais informações podem ser obtidas pelo site www.senarms.org.br ou pelo telefone (67) 3320-9700.


Campo Grande News

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Fornecedores independentes produzem 7,2% da cana em MS

Na próxima segunda, panorama do setor será discutido em palestra.

Plínio Nastari discutirá diferenças entre MS e outros estados.

 

Presidente da Datagro, Plínio Nastari, vai ministrar
palestra em MS (Foto: Anderson Viegas/G1 MS)
Em Mato Grosso do Sul, os produtores independentes de cana-de-açúcar, ou seja, aqueles que plantam a gramínea e a vendem diretamente as usinas, são responsáveis por 7,2% da produção do estado, o que representa cerca de 3,5 milhões de toneladas, das 48,7 milhões de toneladas que deverão ser colhidas no ciclo 2014/2015, incluindo a matéria-prima para o setor sucroenergético e a voltada para outros fins.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20), pela Associação dos Fornecedores de Cana Sul-Mato-Grossense (Sulcanas), com base em informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Com objetivo de analisar os custos de produção e competitividade da cana-de-açúcar, a Sulcanas e a Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso do Sul (Famasul) apresentam, na próxima segunda-feira (26), os dados da consultoria Datagro, sobre a evolução do mercado para a atividade.
O evento, que será realizado as 15 horas, na sede da Famasul, terá participação do presidente da empresa, Plínio Nastari, que abordará o diferencial entre a realidade de Mato Grosso do Sul e a de outras praças produtoras.

"A finalidade do evento é quebrar alguns paradigmas, entre eles o mito de que o nosso custo de produção é inferior aos dos outros Estados produtores", comenta o presidente da Sulcanas, Paulo Junqueira.
A opinião que é compartilhada pelo presidente da Comissão de Agroenergia da Famasul, Luis Alberto Moraes Novaes, ao ressaltar que a apresentação da Datagro abordará também a perda da competitividade no cenário nacional por parte dos produtores de Mato Grosso do Sul. "Em relação a outras regiões, nossa produção está em desvantagem comercial, principalmente em comparação ao Centro-Oeste", afirma Novaes.
Segundo o dirigente, ao contrário dos arrendatários que recebem um valor fixo os fornecedores sul-mato-grossenses são remunerados pelo seu desempenho, pela produtividade e pelas oscilações do mercado. "O Estado possui 31 produtores independentes associados a Sulcanas, entidade responsável por fornecer suporte técnico e político", afirma.
De acordo com o presidente, o cultivo de cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul enfrenta obstáculos como chuvas irregulares, geadas e poucas pesquisas regionais. "Precisamos adaptar o pacote tecnológico desenvolvido para os produtores de São Paulo, região onde o clima e o solo são muito diferentes dos nossos".

G1 MS


Carro atropela e mata três capivaras em frente ao Parque do Sóter




Carro atropelou capivaras e peças do veículos ficaram no local (Foto: PMA)
Três capivaras foram atropeladas e mortas na manhã de hoje (21), no cruzamento da rua Parrilha com a avenida Via Parque, em frente ao Parque do Sóter, em Campo Grande.

Segundo relatos testemunhas do acidente à polícia, as capivaras foram atropeladas por um carro. No local, ficaram peças danificadas do veículo envolvido, que não foi identificado.

A Polícia Militar Ambiental foi acionada pelos moradores da região e esteve no local para recolher os animais. As capivaras foram levadas para o quartel da PMA, onde serão empalhadas.

Segundo a PMA, depois do processo de taxidermia, os animais serão usados em trabalhados de Educação Ambiental da polícia.

Campo Grande News

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