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terça-feira, 14 de junho de 2011

Novo Código Florestal é um ganho para a sociedade, afirma, Carlos Alberto Negreiros Said de Menezes, secretário de Meio Ambiente de Campo Grande, MS

Secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia
O novo Código Florestal, que passa por aprovação do Congresso Nacional, representa um ganho para a sociedade, conforme explica o secretário de Estado de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia, Carlos Alberto Negreiros Said Menezes.

O secretário afirma que o novo Código alia desenvolvimento e proteção. “O novo Código Florestal conseguiu aliar proteção ambiental e desenvolvimento. Quem ganhou foi a sociedade, que pode continuar contando com a produção de alimentos e a preservação do meio ambiente. Entendo que é sempre melhora haver alguma regulamentação” afirmou o secretário.

O Código não pode ser uma disputa entre os setores da sociedade. “Não se pode ver o processo de ajustes do Código Florestal como uma disputa entre setores da sociedade. O atual Código Florestal é de 1965, e passou por importantes alterações que, entre outras interferências, promoveram a ampliação da largura das Áreas de Preservação Permanente (APPs) marginais aos cursos d’água, colocando em situação irregular uma quantidade enorme de proprietários rurais, que, ante então, estavam ocupando áreas de forma correta, de acordo com o que determinava a lei” explica o secretário de Meio Ambiente.

Carlos Alberto avalia positivas as mudanças com o novo cenário. “Certamente que o Estado ficará melhor, em questões econômicas e ambientais. As discussões e contribuições para o estabelecimento do Código Florestal serão estendidas, regionalizadas e provocarão sensíveis alterações no seu conteúdo. Creio que os diversos setores de nossa sociedade poderão usufruir de um ambiente de maior segurança e clareza jurídica para o desenvolvimento de suas atividades de forma melhor ajustada às peculiaridades das demandas que a conservação que nossos ecossistemas impõem” declarou Carlos Alberto.



A Crítica de Campo Grande
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