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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Destruindo o Meio Ambiente

Aventureiros fazem trilha em área de preservação ambiental do Guariroba

Pelo menos 4 mil quilômetros da vegetação nativa em volta da mata ciliar está devastada. (Foto: Marcos Ermínio)
O MPE (Ministério Público Estadual) abriu inquérito civil para apurar uma denúncia de dano ambiental na área do córrego Tocos, afluente do Guariroba, que fica na saída para Três Lagoas, a 58 quilômetros de Campo Grande.

Desde 2008 a promotoria em defesa do meio ambiente faz um trabalho de recuperação do APA (Área de Preservação Ambiental) do Guariroba junto com funcionários e fazendeiros da região.

A denúncia feita por moradores alerta que nos finais de semana um grupo de aventureiros, que acampam no local, fazem trilhas com jipes, motos e triciclos dentro da área de preservação ambiental, que está virando pista de motocross. Pelo menos 4 mil quilômetros da vegetação nativa em volta da mata ciliar, que protege os cursos de água do assoreamento, está devastada. Marcas de pneus dos veículos são visíveis no local.

O caseiro Lorivaldo Porcinio de Araújo, de 47 anos, conta que trabalha em uma fazenda na região há 13 anos e que de uns tempos para cá o número de trilheiros no local vem aumentando. “Eles vem em busca de aventura” disse.

Lorivaldo relembra que quando começou a trabalhar na fazenda só gado passava no “corredor”, que dá acesso as propriedades rurais. “Hoje já mudou bastante aqui”, desabafa.

Depois da denúncia anônima, o MPE enviou ofício para a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) ir até a região para tomar as devidas providências caso o problema for identificado pelo órgão.

“Todo fim de semana tem um grupo deles aqui. O ruim é que aos poucos eles vão acabando com a vegetação em volta da mata”, conta um funcionário, de 66 anos, que pediu para não ser identificado.

A Área de Proteção Ambiental do córrego Guariroba foi criada em 1995. Ela ocupa uma área de 360 km². O Guariroba é o manancial mais importante da Capital, sendo responsável por cerca de 50% da água que abastece Campo Grande e pode ser acessada por meio da BR-262.

A água retirada dele é levada para a estação, onde passa por tratamento que inclui fases de decantação da sujeira, filtragem e adição de cloro e flúor. Depois disso, a água vai para reservatórios e é distribuída pela rede de abastecimento.

Campo Grande News
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