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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

EUA investem na Amazônia

Os EUA vão investir US$ 275 milhões na preservação de florestas tropicais no ano que vem — e uma das primeiras beneficiadas será a Amazônia.

O anúncio foi feito ontem pelo embaixador americano em Londres, Louis Susman, em evento patrocinado pelo príncipe Charles. O herdeiro do trono britânico é notório defensor da preservação de áreas verdes como um modo de frear as mudanças climáticas.

A destruição destas regiões responde por 12% das emissões de CO2 na atmosfera.

O financiamento sairá de um fundo assistencial para programas internacionais, cujo orçamento, de US$ 1,2 bilhão, está sendo analisado pelo Congresso americano.

Além da Amazônia, o Congo também terá florestas contempladas. O príncipe Charles procura verbas para defender as matas até 2013, quando deveria entrar em vigor o acordo que substituirá o Protocolo de Kioto.

A conferência de Copenhague, onde seriam definidas as metas que substituiriam o tratado japonês, agora é considerada por líderes mundiais como o “ponto de partida” para um novo acordo.

O termo foi usado pelo secretário-geral da ONU para Mudanças Climáticas, Yvo de Boer, que espera concluir as negociações no primeiro semestre do ano que vem.

O discurso do diplomata está afiado com o da chanceler alemã Ângela Merkel, que também quer as metas definidas até julho. Merkel encontrou-se ontem, em Bruxelas, com o presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Ambos julgaram que a Europa já faz bastante na luta contra o aquecimento global, mas, nas palavras de Sarkozy, “precisa da ajuda de outras regiões do mundo”. Os líderes da União Europeia, reunidos em uma cúpula na Bélgica, comprometeram-se a cortar 20% das emissões de CO2 até 2020.
 

 
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