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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Carvão deve superar petróleo em matriz global de energia

BBC Brasil

O carvão deve superar o petróleo como principal fonte de energia no mundo em 2022, segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (IEA na sigla em inglês).

A mudança seria impulsionada por um aumento da demanda por energia na Índia e na China, grandes consumidores de carvão, em função do crescimento econômico e aumento da população desses países.
"A parcela que o carvão representa na matriz energética global continua a crescer a cada ano", disse a diretora-executiva da IEA Maria Van der Hoeven. "Se não forem feitas mudanças nas políticas atuais, o carvão alcançará o petróleo em uma década."
A expansão do uso de carvão preocupa a IEA porque se trata de uma fonte de energia altamente poluente.
De acordo com a organização, ampliar o uso de gás natural é a forma mais viável de reduzir as emissões de carbono no curto prazo.

Forno de carvão clandestino na Amazônia:
fonte de energia altamente poluente


Ranking de países 

O relatório prevê que, em 2014, a China será responsável por mais da metade do consumo global de carvão e a Índia ultrapassará os EUA, ficando em segundo lugar.
Nos EUA, a expectativa é que haja uma redução da demanda por carvão, segundo o relatório, que destaca o papel a ser desempenhado pelo gás de xisto na matriz energética americana.
"A experiência dos EUA mostra que um mercado de gás eficiente, marcado por preços flexíveis e alimentado por recursos próprios sustentáveis e não-convencionais pode reduzir o uso de carvão, as emissões de CO2 e as contas dos consumidores sem prejudicar a questão da segurança energética", disse Van der Hoeven.
Recentemente, a IEA alertou para a possibilidade de que a temperatura média global aumente 6 graus Celsius mais elevada do que seu nível pré-industrial até 2100 caso não haja um esforço para reduzir o uso do carvão no mundo.
Alguns governos apostam que tecnologias de captura e armazenamento de carbono poderão ser utilizadas para limitar o crescimento das emissões de poluentes na atmosfera.
Segundo a IEA, porém, é improvável que tais tecnologias tenham um grande impacto nos próximos cinco anos.


Encontro Europeu

Essa visão pessimista foi reforçada pelo anúncio, em Bruxelas, de que a União Europeia (UE) foi incapaz de encontrar um projeto de captura e armazenamento de carbono para financiar, apesar de ter um fundo de 275 milhões de euros (R$ 763 milhões) reservado para isso.
Alguns projetos terminaram retirando sua candidatura para receber recursos por não conseguirem garantir a necessária contrapartida financeira dos governos de seus países.
Segundo a UE, os projetos interessados em receber recursos do bloco poderão se inscrever em uma nova rodada de propostas.
"Podemos ter esbarrado em um primeiro obstáculo, mas não vamos desistir", disse à BBC o deputado do Parlamento Europeu, Chris Davies.
"Esses projetos estão se tornando ainda mais importantes agora que sabemos que o carvão deve superar o petróleo como principal fonte de energia no mundo."
Apesar de não ter avançado muito nas iniciativas para desenvolver a tecnologia de captura de carbono, a UE está distribuindo 1,2 bilhão de euros (R$ 3,3 bilhões) para 23 projetos da área de energias renováveis.
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